segunda-feira, 31 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Amanhã

Definitivamente não sei escrever.
Não sei traduzir em palavras esse momento confuso que estou vivendo.
São tantos sentimentos, alegres, tristes, confuso.
Felicidade, indecisão, saudade, carência, ciúmes...
Momentos que tudo estar bem.
Momentos que nada estar bem.
Olho pra mim e sinto falta de você, durmo e sonho contigo, acordo e não tenho você do meu lado, que falta que você me faz...
Tá demorando muito pra isso passar, mais vai passar, eu sei que vai.
Amanhã passa.

By: Dina

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sobre o telefone


"Claro que eu adoro minha casa, meu cachorro, 
meus amigos, meus livros, músicas. 
Tenho uma vida ótima. 
Mas nenhuma dessas coisas se compara ao prazer que eu tinha 
ao ouvir o barulhinho de uma mensagem chegando. 
Ou de quando o telefone tocava e eu sabia que era ele
 e o meu coração disparava tanto que eu tinha medo de morrer
 antes de falar "alô".
[Tati Bernardi]

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O amor

'O amor não acaba. 
O amor apenas sai do centro das nossas atenções. 
O tempo desenvolve nossas defesas, 
nos oferece outras possibilidades e a gente avança
 porque é da natureza humana avançar. 
Não é o sentimento que se esgota, 
somos nós que ficamos esgotados de sofrer, 
ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. 
Paixão termina, amor não. 
Amor é aquilo que a gente deixa 
ocupar todos os nossos espaços 
enquanto for bem-vindo, 
e que transferimos para o quartinho dos fundos 
quando não funciona mais, 
mas que nunca expulsamos 
definitivamente de casa.'


[Martha Medeiros]

"Por mais feliz que eu esteja, a festa é sempre pela metade"

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O abraço


"O melhor do abraço é a sutileza dele
A mística dele. A poesia.
O segredo de literalmente aproximar
 um coração do outro para
conversarem no silêncio 
que dá descanso à palavra.
O silêncio onde tudo é dito
 sem que nenhuma letra precise 
se juntar à outra."
[Ana Jácomo]

segunda-feira, 24 de outubro de 2011


Você pode pensar o que quiser, mas só eu sei o que se passa aqui dentro de mim.
E se por acaso tiver algumas horas disponíveis, podemos sentar e conversar, não é pouca coisa, são sentimentos intensos que guardo aqui no meu peito, será necessário muita sensibilidade para olhar no fundo dos meus olhos e desvendar sentimentos que mesmo se eu quisesse as palavras não serão capazes de traduzir.
O que vivo hoje é apenas a única opção que me restou: esquecer e seguir...
...E eu sigo.
Sempre me encontrando, me perdendo e me surpreendendo comigo mesma.
Algumas vezes páro e lembro: do abraço, do cheiro, dos risos, das manias, da felicidade, do que aprendi, do amor, de nós, do que permanece  e do que se foi...
Só uma certeza: nem tudo que vai, se vai para sempre...
Dynna

quinta-feira, 20 de outubro de 2011


...E de repente me bate um medo...
Medo de seguir em frente e deixar tudo para trás, toda uma vida, toda uma história, a minha vida, a minha história...
Medo de descobrir que seria melhor se fosse diferente.
Medo de descobrir que ainda existe sentimento, que na verdade ele nunca acabou.
Medo de não saber voltar.
Voltar?
Pra quê?
Não! Não dar pra voltar.
Tenho uma vida à minha frente.
A oportunidade de fazer tudo diferente.
Uma nova história, sem dor, sem sofrimento, sem abandono.
E assim serei feliz.
Pra sempre.
((Dyna))

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"(...) Eu não vou te pedir nada.
Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar.
Mas uma coisa, eu exijo: quando estiver comigo, seja todo você.
Corpo e alma.
Às vezes, mais alma.
Às vezes, mais corpo.
Mas, por favor, não me apareça pela metade.
Não me venha com falsas promessas.
Eu não me iludo com presentes caros.
Não, eu não estou à venda.
Eu não quero saber onde você mora.
Desde que você saiba o caminho da minha casa.
Eu não quero saber quanto você ganha.
Só quero saber se ganha o dia quando está comigo.
[Brena Braz]

terça-feira, 11 de outubro de 2011

15 de agosto de 2011


Eu chamei e ele veio. Chegou como um coala: querendo todos os carinhos e todos os afetos que alguém pode receber, que alguém merece receber. Ele era ele mesmo. Impossível não captar todos os detalhes daquela noite.... Foi tudo tão assim: Silencioso, sentido, ouvido, olhado e abraçado, que deixei passar a pretensão que tinha desde o início de olhá-lo mais atentamente. Observar seu jeito, seu modo de me beijar, de me olhar, de tocar meu rosto, massagear minhas costas, segurar minha mão. Um modo tão dele, essência dele, particular dele, atento, inteiro, intenso, entregue ao momento, ao que viemos a ser, ao que aquela noite fez de nós. Junto com a sua vontade de me tomar nos braços e eu ser tomada por ele, veio a vontade de apenas estar junto, ao lado, perto. Estar simplesmente. Eu, ele e nosso silêncio. Lugar bom. Momento inesquecível. Presença e ausência ali, captados numa mesma freqüência.  Mesmo que eu não quisesse, os ponteiros do relógio me avisavam que a hora de partir estava próxima, a despedida chegou ao fim...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

É fato...

'Não tenho todas as respostas.
Há tempos deixei de me fazer perguntas.
Tenho experimentado uma sensação de plenitude, de certeza leve e alma descansada.
Mesmo que a vida ou minhas escolhas tenham me despedaçado, nunca me senti tão inteira.'
[Renata Fagundes]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Você viu?


"Se nos encontramos por acaso, porque então não nos perdemos também por acaso? (...)
Em que momento teremos nos perdido?
Em que olhar?
Em que noite?
Em que palavra?
Em que piada sem graça?
Em que gozo forçado?
Em que indelicadeza?
Em que desejo mal realizado?
Em que exato momento nosso amor foi-se (...)?
Que horas marcava o relógio?
Você viu?
Eu não."

 
[Nilza Rezende]

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dentro de mim


"Na minha dor cabe o tempo. O tempo de esquecer, de levantar. Tempo de virar a página e partir pra outra. De tentar ser mais e melhor. De buscar energia positiva em volta de pessoas do bem. Tempo de me amar.

Na minha alegria cabe o riso. O riso daqueles que convivem comigo. De dias grandes cheios de gente dentro. De conversas jogadas fora. De gente fazendo gracinha só pra me encantar.

Na minha amizade cabe um abraço. Daqueles que envolvem o mundo todinho com as mãos. Daqueles que esquentam e traz paz e carinho, aconchego e vontade de ficar morando dentro.

Na minha prece cabe o outro. Aquele que mora do outro lado do mundo e que eu não conheço, mas sei que existe. Que existe e precisa de luz. Que existe e precisa de paz. Pra ele eu mando meus pensamentos mais bonitos, pra ele eu mando o pouco que me cabe, mas que é inteiro coração.

Na minha solidão cabe um livro. Pode ser Clarice, Caio ou Adélia. Cabe um lágrima rolando sozinha, mas que me acrescenta algo de divino. A lágrima é que me humaniza. Faz com que eu estique a alma num varal de delicadezas. 

Na minha eternidade cabe nós. Cabe eu e minha família. Eu e meus amigos. Os de perto, os de longe, os do outro lado da tela do computador. Cabe os dias bonitos. Cabe os choros divididos, os risos compartilhados, os abraços jamais esquecidos. Cabe os laços, cabe as luzes, as memórias e suas saudades.

Na minha vontade cabe um jardim. Uma casa toda branca com janelas azuis. Uma roseira no quintal e um girassol na porta de entrada. Cabe um amor limpinho morando dentro dela. Cabe eu e minha história, bordada de afinidades, amor e leveza."
[Cris Carvalho]