Sou centelha divina, faísca de um ser superior, tentando achar a saída para minhas angústias.
Sou simples e complicada ao mesmo tempo, dócil com os amigos e feroz quando provocada.
Sou capaz de atos maravilhosos quando amo e terríveis quando o ódio domina meus sentidos.
Em um momento calmaria, em outro, explosão.
Quem ontem era meu doce, azedou, quem era minha razão se perdeu, e eu perdida não sei quem sou, nem o que quero...
Minha maior missão é me conhecer de verdade, descobrir o que sou e o que pode preencher minha alma.
Para ser feliz verdadeiramente preciso afirmar diante do espelho: EU ME ACEITO COMO SOU, não sou melhor nem pior que antes, estou no caminho, por onde passar quero deixar saudades, amigos, flores e um desejo sincero de retornar.
Texto de Paulo Roberto Gaefke
Adaptado por mim e pra mim.